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Santíssima Trindade,
Pai, Filho e Espírito Santo
que enriquecestes de graças e bênçãos
a alma de vossa serva Santa Teresinha
durante os 24 anos que passou na terra,
concedei por intercessão
de tão venturosa santa
a graça que tão ardentemente peço…
(pede-se a graça)
se for para o nosso bem
e conforme a vossa Santíssima Vontade.
Aumentai a minha fé
e a minha esperança,
ó poderosa santa,
cumprindo mais uma vez a vossa promessa
de que ninguém vos invocará em vão,
fazendo-me ganhar uma rosa,
sinal que alcançarei a graça pedida.
Reza-se: 1 Pai Nosso e uma Ave Maria.
São Judas Tadeu,
glorioso apóstolo, fiel servo e amigo de Jesus!
A Igreja vos honra e invoca universalmente como patrono
nos casos desesperados, nos negócios sem remédio.
Rogai por mim que estou tão desolado.
Eu vos imploro: fazei uso desse particular privilégio que vos foi concedido,
de trazer visível e imediato auxílio,
onde o socorro desapareceu quase por completo.
Assisti-me nesta grande necessidade,
para que eu possa receber as consolações e o auxílio do céu
em todas as minhas necessidades, atribulações e sofrimentos.
Alcança-me, São Judas Tadeu, a graça que vos peço:
(Fazer o Pedido)
e para que eu possa louvar a Deus, convosco
e com todos os eleitos por toda a eternidade.
Desde já agradeço, bendito São Judas Tadeu
e tenho certeza da vossa proteção.
Quero sempre honrar-vos como meu especial e poderoso patrono.
Quero ter também a grande alegria de espalhar e incentivar a devoção
para convosco por toda parte.
São Judas Tadeu,
rogai por nós e por todos os que vos honram e invocam o vosso auxílio!
Maju/ctba
Nesse dia o mundo deveria dar mais valor
A você que cedo levanta trabalhador
Você! Que muitas vezes trabalha sem comida
Você! Que trabalha toda uma vida
Mas nesse dia do Trabalhador
continua sem valor!
É quem constrói a Nação
Mas é quem menos tem a receber
É quem dá tudo de si em troca de nada
Trabalhador que planta tem que colher
Mas trabalhador é classe, e esta é abandonada;
Neste seu dia, comemora-se no mundo inteiro.
Mas o mundo não conhece quem trabalha,
Quem passa uma vida fazendo tudo direito!
Mas esse é trabalhador verdadeiro,
Aquele que tudo faz calado, não espalha;
Ah! Trabalhador! Sem casa, sem comida sem saúde!
Trabalhador desempregado, desnutrido amiúde
Vai trabalhar, que canta, que ri e que chora
Vai comemorar o que nessa hora?
De globalização, de guerra, de desemprego;
Trabalhar onde? Foge da seca e no desapego
Até da família esquece, vai longe trabalhar
Na esperança de um dia tudo melhorar…
A vida cristã é uma vida pascal, porque é vida dos que foram sepultados com Cristo, no Batismo, para viverem, com Ele, uma vida nova, como se exprime o presidente da assembléia, na Vigília, antes da renovação das promessas do Batismo. Esta vida nova é a vida de Cristo ressuscitado, a vida d’Aquele que, por ter oferecido a vida até Se entregar à morte, vive agora na glória do Pai, exaltado com o nome divino de Senhor. Vida com Cristo em Deus, é ainda, sobre a Terra, uma vida escondida, vivida na fé e na esperança, vivificado pelo Espírito, que é Amor. Vida nova, porque vida do homem novo, que é o Senhor ressuscitado, ela anima toda a existência cristã e exprime-se em tudo o que é vitória sobre o pecado e a morte. Esta novidade de vida em Cristo é uma das notas mais postas em realce nos textos da liturgia do tempo da Páscoa.
Como já foi referido, a Páscoa é celebrada, no dizer de S. Agostinho, como um mistério, de maneira sacramental, não tanto como uma história que se evoca, mas como um mistério tornado presente de maneira sacramental para nele se poder participar. É assim que, na Vigília, ocupa lugar central a celebração dos sacramentos da iniciação cristã: Batismo, Confirmação e Eucaristia, os sacramentos da vida nova. Por meio desses sacramentos nascem os novos filhos de Deus. Eles são a humanidade nova, que a liturgia saúda como “crianças recém-nascidas”, “cordeiros recém-nascidos”, “nova prole da Igreja, multidão renovada”. Em cada ano e em todo o mundo, muitos são os que, na noite da Páscoa, nascem como nova geração do povo de Deus.
S. Paulo, partindo da sugestão fornecida pelo pão ázimo próprio da Páscoa judaica, pede aos seus leitores que, purificados do fermento velho, sejam uma nova massa, para celebrarem a festa pascal. E a liturgia pede que, na Páscoa, todos os sinais, dos mais importantes aos mais simples, sejam a partir de elementos novos: a água e os santos óleos para o Batismo; o pão para a Eucaristia, para que não venha a ser necessário recorrer ao pão consagrado guardado no sacrário desde antes do Tríduo Pascal; a luz que há-de acender o Círio e iluminar a celebração durante a noite de Vigília; a ornamentação do altar, que foi desnudado antes da celebração; e, mais que tudo, “o coração, as vozes e as obras”: seja tudo novo, para que, “renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos para a luz da vida”; como pede a coleta do Domingo de Ressurreição.
Anualmente repetida em cada primeiro Domingo que se segue à Lua cheia do equinócio da primavera, a Páscoa surge sempre nova, como sempre nova é a vida imortal do Senhor ressuscitado. E aquela Lua, que enche sempre de claridade a noite santa da Páscoa, continua a ser, em cada ano e desde a tantos século, desta solenidade da vida nova a “testemunha fiel no firmamento” (Sl 88, 38).
A mulher telefona ao marido:
Querido, temos problema com o carro. Tem água no carburador…
- Água no carburador? Ridículo!
- Estou a dizer-te que o carro tem água no carburador!
- Mas tu nem sequer sabes o que é o carburador… Onde é que está o carro?
- Dentro da piscina!
