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Ó Poderosa Santa Rita, chamada Santa dos Impossíveis, advogada nos casos desesperados, socorro na última hora, refúgio nos momentos da dor que arrasta as almas ao abismo do crime e da desesperação, com toda confiança em vosso celeste patrocínio, recorro a vós neste caso difícil e imprevisto que oprime dolorosamente o meu coração. Dizei-me, ó cara Santa Rita, não me quereis ajudar e consolar? Quereis afastar o vosso olhar, a vossa piedade do meu coração tão povoado pela dor?
Também vós sabeis o que é martírio do coração. Pelas dores atrozes que sofrestes, pelas lágrimas amargas que santamente derramastes, ah! vinde em meu auxílio! Falai, rezai, intercedei por mim, que não ouso fazê-lo junto ao coração de Deus, Pai de Misericórdia e fonte de toda a consolação.
Alcançai a graça que desejo, porque quero alcançá-la, sendo-me ela tão necessária. Apresentada por vós, que sois tão cara a Deus, a minha prece será certamente atendida. Dizei-me ao Senhor que dessa graça servir-me-ei para melhorar a minha vida e os meus hábitos, e proclamar na Terra e no Céu a misericórdia divina. Assim seja!
(Reza-se Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai.)
Horário das Missas na Paróquia São Judas Tadeu hoje 22 de agosto de 2008
15:00hs - Missa e novena de Santa Rita de Cássia
20:00hs - Missa e novena de Santa Rita de Cássia
Você é nosso convidado, venha rezar conosco.
O Santuário de Lourdes espera 200 mil fiéis para a Missa que acontece em 14 de setembro. Esta celebração será presidida pelo Papa Bento XVI e faz parte da visita que fará à França entre 12 e 15 de setembro, por ocasião do 150º aniversário das Aparições de Lourdes.
Durante coletiva de imprensa, o Bispo de Tarbes e Lourdes, Dom Jacques Perrier, destacou ainda que na missa de sábado, 13, nos Invalides da capital francesa, devem participar cerca de 250 mil pessoas. O caminho do jubileu de Bernadette já foi percorrido este ano por 900 mil pessoas, indicou Perrier
Oração a Santa Rita de Cássia
Ó Poderosa Santa Rita, chamada Santa dos Impossíveis, advogada nos casos desesperados, socorro na última hora, refúgio nos momentos da dor que arrasta as almas ao abismo do crime e da desesperação, com toda confiança em vosso celeste patrocínio, recorro a vós neste caso difícil e imprevisto que oprime dolorosamente o meu coração. Dizei-me, ó cara Santa Rita, não me quereis ajudar e consolar? Quereis afastar o vosso olhar, a vossa piedade do meu coração tão povoado pela dor?
Também vós sabeis o que é martírio do coração. Pelas dores atrozes que sofrestes, pelas lágrimas amargas que santamente derramastes, ah! vinde em meu auxílio! Falai, rezai, intercedei por mim, que não ouso fazê-lo junto ao coração de Deus, Pai de Misericórdia e fonte de toda a consolação.
Alcançai a graça que desejo, porque quero alcançá-la, sendo-me ela tão necessária. Apresentada por vós, que sois tão cara a Deus, a minha prece será certamente atendida. Dizei-me ao Senhor que dessa graça servir-me-ei para melhorar a minha vida e os meus hábitos, e proclamar na Terra e no Céu a misericórdia divina. Assim seja!
(Reza-se Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai.)
Paróquia São Judas Tadeu e Nossa Senhora de Lourdes - Maringá, PR.
08:00Hs - Santa Missa e Novena
09:30Hs - Batizados
19:00Hs - Santa Missa e Novena
CIDADE DO VATICANO - O primeiro congresso mundial de rádios católicas começou nesta quinta-feira com uma intervenção do arcebispo Angelo Amato, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, na qual se referiu ao meio radiofônico como «púlpito moderno» e apresentou o microfone como o «ambão» do século XXI.
Dom Amato, salesiano, reconhece que apesar do grande uso da televisão, «a rádio conserva ainda toda sua força e sua utilidade».
Para o secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, «Jesus se apresenta como um grande mestre de comunicação da palavra», quando outros fundadores de religiões dedicaram toda a vida para ensinar seus seguidores, Jesus precisou apenas de três anos: «A Jesus foram suficientes três anos para educar os discípulos não só para escutar suas palavras, mas, sobretudo para viver com Ele e para Ele».
A rádio é um «moderno púlpito da Palavra de Deus», segundo o arcebispo italiano. Escutar a Palavra de Deus, não só na assembléia litúrgica e na catequese, mas também na cotidianidade da vida através da rádio é uma «forma de comunicação privilegiada da Palavra».
«A vantagem da rádio vem do espaço de liberdade que deixa a quem escuta, que vem capturado não tanto pela obrigação da escuta como pela fascinação da palavra», explicou no congresso organizado pelo Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais.
A comunicação teria que ser «clara, feita com profissionalismo e com o testemunho de uma existência coerente com a mensagem evangélica».
Para Dom Amato, de certa forma, a palavra que se escuta faz «ver» a realidade, no sentido que «a evoca, interpelando a inteligência, suscitando emoções, provocando ou também confirmando a fé na palavra de Deus».
«O microfone de uma rádio católica pode ser considerado como a versão moderna do ambão», um ambão que não está no centro de uma grande basílica, mas no centro de uma comunidade humana à qual chega.
«Trata-se de uma autêntica e própria espiritualidade da escuta» à qual deveria corresponder uma «espiritualidade da comunicação», alenta o secretário da Congregação para a Doutrina da Fé.
Depois de sua intervenção, o arcebispo Angelo Amato esclareceu que «este serviço à Palavra quer dizer também edificar os ouvintes mediante indicações do Magistério da Igreja, sobretudo da Palavra do Papa».
É importante que se dê um «pluralismo de programas» e sublinhou como na agenda de comunicação este pluralismo tem de ser «harmonioso» e não estar em «contraposição».
Assim, disse à Zenit, é uma tarefa importante da rádio que «este pluralismo católico» motive «continuamente» a «própria experiência de fé diante dos desafios da cultura contemporânea», especialmente diante «do desafio do aborto, do divórcio, da biotecnologia, da biopolítica, com as intervenções governamentais que não parecem adequadas sobre o homem e o respeito da humanidade».
Fonte: Zenit
Judeus sobreviventes do holocausto visitarão o Papa
Agradecerão a Igreja Católica por ter salvado suas vidas
Por Inmaculada Álvarez
- O Papa Bento XVI receberá na próxima quarta-feira um pequeno grupo de judeus sobreviventes do holocausto, num encontro auspiciado pela Fundação Pave The Way (PTWF).
Esses judeus, presentes em Roma por ocasião de um simpósio sobre o Papa Pio XII que a Fundação patrocina, querem agradecer pessoalmente a intervenção da Igreja Católica, que conseguiu salvar-lhes a vida durante a Segunda Guerra Mundial.
A Fundação Pave The Way, dedicada ao diálogo inter-religioso, apresentará nessa mesma manhã o simpósio especial sobre o Papado de Pio XII, que acontecerá em Roma de 15 a 18 de setembro.
Segundo seu presidente, Gary L. Krupp, a Fundação apresentará publicamente uma série de gravações, realizadas com a colaboração da agência de televisão Rome Reports, na qual se recolhem testemunhos que mostram as atividades secretas do Papa e de membros da casa pontifícia para salvar as vidas de judeus durante a guerra.
«Fontes vaticanas nos confirmaram que não tinham conhecimento de algumas dessas atividades», afirma Gary L. Krupp.
O propósito do Simpósio, acrescenta, é o de «analisar o que se sabe até hoje, antes da abertura dos arquivos vaticanos. Não se trata de fazer uma revisão erudita centrada só nos arquivos originais, mas sim um tribunal onde os acontecimentos de então e os testemunhos atuais ajudem o grupo a chegar a uma conclusão razoável, que receberá confirmação histórica quando os arquivos forem abertos».
«O mundo judaico foi exposto só à obra fictícia «O Vigário». Contudo, na opinião dos historiadores internacionais reconhecidos da Segunda Guerra Mundial, assim como do biógrafo oficial de Winston Churchill, sir Martin Gilbert (Também judeu), essa obra é uma hábil invenção não baseada na precisão histórica. Também o livro de John Cornwell, «O Papa de Hitler», foi desacreditado.
O simpósio pretende, segundo o presidente, oferecer relatos jornalísticos da época, assim como documentos e o testemunho de testemunhas oculares ainda vivas. «Também se oferecerão as respostas dadas pelo Vaticano às alegações e suposições de historiadores como Susan Zuccotti.»
Ao simpósio estão convidadas cerca de 100 pessoas, em sua maior parte líderes religiosos e educativos de comunidades judaicas de todo o mundo. Também foram convidados a assistir os mais importantes centros de estudo sobre o holocausto, para que possam descobrir o que as fontes vaticanas descobriram e possam confrontar algumas descobertas.
«Esperamos que o simpósio ajude a melhorar as tensões entre judeus e católicos sobre esta questão. É de uma importância providencial, neste sentido, que este ano coincidam, em 9 de outubro, a festa judaica do Perdão, o Yom Kippur, com o 50º aniversário da morte de Pio XII», explica Krupp.
Entre os palestrantes, destaca-se o historiador alemão Peter Gumpel S.J., o historiador judeu e rabino David Dalin, e os investigadores Ron Rychlad, William Doino, Margherita Marchione, Patrick Gallo e Dan Kurzman, especialistas naquela época. A Fundação destaca também a colaboração do jornal Inside the Vatican.
A Fundação Pave The Way (Aplainai o caminho), com sede em Nova York e delegação em Roma, está dedicada a promover a tolerância e a compreensão entre as religiões, através do intercâmbio cultural e intelectual, e da realização de gestos de boa vontade.
De especial relevância são os gestos de aproximação entre a Igreja e o mundo judaico, promovidos pela Fundação. Entre eles destaca-se o encontro entre o Papa João Paulo II e uma nutrida delegação de representantes religiosos judeus, em 18 de janeiro de 2005, no Vaticano.
