“Viver, e não ter a vergonha de ser feliz, cantar e cantar e cantar, a beleza de ser um eterno aprendiz, ai meu Deus…” É bom viver, né! Principalmente quando a gente faz o que gosta. Já diz um velho ditado: vocação acertada = futuro feliz.

Dia 08 passado houve a crisma aqui na paróquia. Pe. Edmar Peron foi quem presidiu a missa porque o bispo estava fazendo a abertura do Jubileu de ouro da Paróquia Imaculada Conceição, de Floraí. A minha primeira crisma com padre. Achei estranho estar lá, pela primeira vez olhar todo o ritual do sacramento da crisma…. mas como padre. Até o ano passado eu ajudava na crisma em alguma paróquia, mas como seminarista. Foi muito bom. Ver os adolescentes, após estes três anos de preparação receber algo que queriam muito. Alguns eu até conhecia pelo nome porque estive com a catequese em alguns momentos.

N o domingo, dia 09, houve a gincana paroquial. Mas nós nos divertimos tanto! As comunidades vieram em massa, e nós brincamos a tarde inteira. Era o jogo do quebra-cabeça, era corrida no saco, era o roda-peão, era o pula-corda, etc… As comunidades vieram organizadas, com faixas, camisetas, “pom-pom”, chacoalho e até grito de guerra. Era ótimo ver as pessoas que vemos na missa, todas sérias, concentradas, às vezes brava…. essas pessoas brincando! Caindo… mas se divertindo. Damos risada juntos. Penso que foi uma ótima experiência porque eu tive contato com uma face da comunidade que pouco conhecia: a face lúdica. E eles também puderam conhecer um padre criança, de bermuda, camiseta, tênis e boné. Que venha a gincana do ano que vem!

Na segunda-feira foi o primeiro dia sem a faculdade. Minha nossa. Finalmente. Ao menos sem os trabalhos da faculdade. Ainda falta a parte presencial, em janeiro, em Curitiba…. 15 dias intensos… Mas está acabando…

Terça fui almoçar na casa de D. Jaime L. Coelho, primeiro arcebispo de Maringá. Incrível notar a pessoa de Dom Jaime. Apesar da idade avançada, quanta lucidez! Que memória! Conta os fatos da sua chega a Maringá com uma riqueza de detalhes surpreendente. Estivemos lá com os padres da nossa Região Pastoral, 06 padres. Fomos muito bem recebidos e além de uma conversa agradabilíssima, almoçamos um peixe delicioso.

Na casa de dom Jaime soube do falecimento do pai do Pe. Darci, então após o almoço fui direto ao velório, onde pude dar meu abraço de amigo nesse padre-irmão e participar da missa de corpo presente (também pela primeira vez como padre).

Muita coisa aconteceu e dou graças ao Senhor por tudo! Um forte abraço a todos e fiquem em paz!